A Marinha está sinalizando uma reconfiguração nas compras

Em suas primeiras declarações públicas מאז tornar-se secretário interino da Marinha, Hung Cao usou uma aparição no setor para deixar uma mensagem clara: o serviço quer mais empresas competindo para fornecê-lo e não pretende depender tanto de caminhos de fornecedor único se alternativas puderem entregar capacidade utilizável.

Falando na exposição Modern Day Marine, Cao disse que a Marinha está aberta a empreiteiras de defesa já estabelecidas, mas também quer que novos entrantes e alternativas tragam produtos melhores e uma pressão renovada. A mensagem era menos um ataque à indústria incumbente do que um aviso contra a complacência. Na visão de Cao, o serviço precisa de resultados práticos, não de deferência à estrutura de mercado herdada.

Um apelo à competição sem ruptura pública com os incumbentes

As declarações de Cao chamaram atenção em parte por seu tom. Ele enfatizou que não estava tentando condenar as maiores empresas tradicionais de defesa, embora argumentasse que algumas podem se tornar confortáveis demais. Sua solução era mais competição, não necessariamente substituição. Novos fornecedores, em sua visão, podem forçar movimentos mais rápidos e desempenho mais apurado em todo o setor.

Essa é uma distinção importante. Em vez de apresentar a inovação como algo que precisa vir de fora da base industrial existente, Cao sugeriu que a Marinha quer um campo mais amplo, no qual participantes mais novos e contratistas de longa data tenham de provar que podem atender necessidades urgentes.

O momento é significativo. O Pentágono está tentando ampliar a capacidade de produção de armas e recapitalizar elementos-chave da força em um momento em que a demanda operacional está alta e a resiliência do fornecimento importa mais do que nunca.