Um interceptador terrestre vai para o mar
A Marinha dos EUA concedeu à Lockheed Martin um contrato para integrar o míssil superfície-ar Patriot PAC-3 Missile Segment Enhancement ao Sistema de Combate Aegis, segundo reportagem do The War Zone. A medida levaria um interceptador terrestre já consolidado para a arquitetura naval de defesa aérea e antimísseis da Marinha.
Os principais navios Aegis da Marinha são os destróieres da classe Arleigh Burke, que compõem a maior parte da frota equipada com Aegis do serviço. Um número menor e em declínio de cruzadores da classe Ticonderoga também usa o sistema de combate. O esforço de integração está ligado ao interesse mais amplo da Marinha em ampliar as opções de interceptadores disponíveis para navios equipados com Aegis e com o Sistema de Lançamento Vertical Mk 41.
Pedido orçamentário aponta para uma grande compra inicial
O serviço também busca pouco mais de US$ 1,73 bilhão em sua proposta de orçamento para o ano fiscal de 2027 para comprar seu primeiro lote da Marinha de mísseis PAC-3 MSE. O pedido cobre 405 interceptadores, de acordo com os detalhes orçamentários citados pelo The War Zone.
A Lockheed Martin anunciou o contrato de integração com o Aegis por volta da feira Sea Air Space da Navy League. A empresa descreveu a adjudicação como um acordo de vários milhões de dólares. O The War Zone relatou que o conceito de combinar o PAC-3 MSE com o Aegis e o lançador Mk 41 surgiu publicamente pela primeira vez em 2023, embora um executivo da Lockheed Martin tenha dito que o trabalho vinha sendo desenvolvido há quase uma década.



